A placa de partida em Chicago
A estrada começa na Adams Street, mesmo ao lado do Art Institute. Antes de arrancar, tira a foto junto à placa e toma o pequeno-almoço num dos cafés antigos da zona.
De Chicago a Los Angeles de carro, por oito estados, motéis de néon, desertos e o Grand Canyon pelo caminho.
A Route 66 foi aberta em 1926 e ligava Chicago a Los Angeles por quase quatro mil quilómetros. Durante décadas foi o caminho de quem ia para oeste, e ao longo dela nasceram motéis, bombas de gasolina, restaurantes e letreiros de néon. Foi substituída pelas autoestradas nos anos oitenta, mas muitos troços antigos continuam abertos e bem assinalados como Historic Route 66.
A viagem atravessa oito estados e muda de paisagem quase todos os dias. Começa entre arranha-céus, passa pelas planícies de cultivo do Illinois e do Missouri, entra nas pradarias do Oklahoma e do Texas, sobe aos planaltos do Novo México e do Arizona e termina no deserto de Mojave e no Pacífico.
Com quinze noites tens tempo para fazer a estrada sem pressa, dormir em várias cidades pelo caminho e juntar desvios que valem a pena, como o Grand Canyon. Não é uma viagem de quilómetros a correr: o interesse está nas paragens, nas vilas pequenas e nos cafés de beira de estrada.
A estrada começa na Adams Street, mesmo ao lado do Art Institute. Antes de arrancar, tira a foto junto à placa e toma o pequeno-almoço num dos cafés antigos da zona.
Um arco de aço com cento e noventa e dois metros sobre o rio Mississípi. Sobes até ao topo numa pequena cápsula e vês a cidade e o rio lá de cima.
Dez Cadillacs antigos enterrados de nariz num campo perto de Amarillo, cobertos por camadas de tinta. Leva uma lata de spray e deixa a tua marca.
A capital do Novo México, toda em adobe, com galerias de arte, a praça central e restaurantes de cozinha local com chile verde e vermelho.
Um desvio de uma hora a partir de Williams, no Arizona, até ao lado sul do desfiladeiro. Fica para o pôr do sol, quando as rochas mudam de cor.
A placa End of the Trail, no cais de Santa Monica, marca o fim simbólico da viagem. Depois de quinze noites na estrada, o Pacífico está ali à frente.
De Chicago a St. Louis e pelos montes Ozark. Vilas pequenas, bombas de gasolina restauradas e os primeiros motéis antigos.
Pradarias abertas, o museu da Route 66 em Clinton e Amarillo, com o Cadillac Ranch e os bifes enormes.
Santa Fe ou Albuquerque, o deserto pintado, a floresta petrificada e o desvio ao Grand Canyon a partir de Williams.
O deserto de Mojave, com troços quase vazios da estrada antiga, até Los Angeles e ao cais de Santa Monica.
Vulcões, florestas entre as nuvens e praias nos dois oceanos, num país pequeno onde as preguiças se veem da estrada.
Arranha-céus à beira de um lago do tamanho de um mar, bons museus e blues ao vivo à noite.
Honolulu e a ilha de Oahu, com a praia de Waikiki, montanhas verdes e ondas que atraem surfistas do mundo inteiro.
Hotéis gigantes, espetáculos todas as noites e o deserto do Nevada à porta, com o Grand Canyon a uma viagem de distância.
Hollywood, praias do Pacífico e bairros muito diferentes entre si, numa cidade que se percorre de carro.
Praia de areia branca, prédios art déco e um bairro cubano, tudo a poucos quilómetros de distância.
A cidade que nunca dorme: arranha-céus icónicos, Central Park, Broadway e uma energia que se sente ao virar de cada esquina.
A ponte Golden Gate, os elétricos a subir colinas e a baía com Alcatraz ao meio.
A Riviera Albanesa é o segredo mais bem guardado do Mediterrâneo: praias de água cristalina, castelos otomanos e preços que ainda surpreendem.
Uma ilha holandesa no sul das Caraíbas, com areia branca a perder de vista e vento constante. Fica abaixo do cinturão dos furacões, por isso o sol não falha nem em setembro.
Os templos de Angkor a surgir da floresta e aldeias inteiras construídas sobre a água. Um país pequeno que fica na memória.
Palácios reais no meio de uma capital moderna e templos budistas escondidos nas montanhas. A cozinha descobre-se à mesa, sempre partilhada.