Ponte Golden Gate
Atravessa-a a pé ou de bicicleta, são quase três quilómetros. As melhores vistas são do lado norte, nos miradouros de Marin Headlands.
A ponte Golden Gate, os elétricos a subir colinas e a baía com Alcatraz ao meio.
São Francisco ocupa a ponta de uma península, com o Pacífico de um lado e a baía do outro. É compacta para uma cidade americana, e boa parte dela faz-se a pé ou de elétrico, se aguentares as subidas. As casas vitorianas pintadas, as ruas íngremes e o nevoeiro que entra pela Golden Gate ao fim da tarde dão-lhe um ar que não se encontra noutra cidade do país.
Cada bairro tem a sua história. Chinatown é uma das mais antigas dos Estados Unidos, North Beach foi o bairro dos italianos e dos poetas, e o Castro e Haight-Ashbury ficaram ligados aos movimentos dos anos sessenta e setenta.
Três noites chegam para atravessar a ponte, ir a Alcatraz e andar de elétrico. Com mais um dia, podes ir ver as sequoias de Muir Woods ou provar vinhos em Napa e Sonoma, a pouco mais de uma hora de carro.
Atravessa-a a pé ou de bicicleta, são quase três quilómetros. As melhores vistas são do lado norte, nos miradouros de Marin Headlands.
A antiga prisão federal numa ilha no meio da baía. O barco sai do cais 33 e a visita tem um guia áudio com relatos de guardas e de antigos presos.
Os cable cars sobem e descem as colinas desde o século dezanove. A linha Powell-Hyde passa perto da Lombard Street, a rua das curvas com flores.
A zona dos cais, com bancas de caranguejo, sopa de amêijoa servida em pão e os leões-marinhos deitados nas plataformas do Pier 39.
Entra pelo portão da Grant Avenue e perde-te nas ruas de lanternas, casas de chá, ervanárias e restaurantes de dim sum.
Uma floresta de sequoias gigantes a cerca de meia hora da cidade, do outro lado da ponte, com passadiços fáceis entre árvores centenárias.
O centro comercial e hoteleiro, com o elétrico à porta. Prático para tudo, mas algumas ruas à volta são menos agradáveis à noite.
Junto aos cais e ao barco para Alcatraz. Muito turístico, bom para famílias.
O antigo bairro italiano, com cafés, pizzarias e livrarias, entre Chinatown e a baía.
No alto de uma colina, com hotéis clássicos e vistas. Mais calmo, mas as subidas a pé custam.
Vulcões, florestas entre as nuvens e praias nos dois oceanos, num país pequeno onde as preguiças se veem da estrada.
Arranha-céus à beira de um lago do tamanho de um mar, bons museus e blues ao vivo à noite.
Honolulu e a ilha de Oahu, com a praia de Waikiki, montanhas verdes e ondas que atraem surfistas do mundo inteiro.
Hotéis gigantes, espetáculos todas as noites e o deserto do Nevada à porta, com o Grand Canyon a uma viagem de distância.
Hollywood, praias do Pacífico e bairros muito diferentes entre si, numa cidade que se percorre de carro.
Praia de areia branca, prédios art déco e um bairro cubano, tudo a poucos quilómetros de distância.
A cidade que nunca dorme: arranha-céus icónicos, Central Park, Broadway e uma energia que se sente ao virar de cada esquina.
De Chicago a Los Angeles de carro, por oito estados, motéis de néon, desertos e o Grand Canyon pelo caminho.
A ilha verde, a duas horas de Lisboa e sem sair de Portugal. Lagoas dentro de crateras, água a ferver à superfície da terra e o único chá da Europa.
Uma ilha equatorial de floresta tropical, cacau e praias desertas, onde se fala português e o tempo abranda ao ritmo do leve-leve.
A Riviera Albanesa é o segredo mais bem guardado do Mediterrâneo: praias de água cristalina, castelos otomanos e preços que ainda surpreendem.
Uma ilha holandesa no sul das Caraíbas, com areia branca a perder de vista e vento constante. Fica abaixo do cinturão dos furacões, por isso o sol não falha nem em setembro.