O Strip à noite
A melhor forma de o conhecer é a pé, de hotel em hotel, depois de escurecer. Entra nos átrios, que muitas vezes são uma atração por si.
Hotéis gigantes, espetáculos todas as noites e o deserto do Nevada à porta, com o Grand Canyon a uma viagem de distância.
Quase tudo em Las Vegas acontece ao longo do Strip, uma avenida de uns seis quilómetros com os maiores hotéis do mundo lado a lado. Cada um tem o seu tema, o seu casino, as suas piscinas e restaurantes, e muitos têm um espetáculo próprio em cartaz há anos. Uma pirâmide, uma Torre Eiffel e os canais de Veneza ficam a uma caminhada uns dos outros.
O centro antigo, à volta da Fremont Street, mostra como era a cidade antes dos megahotéis, com casinos mais pequenos e os letreiros de néon de outros tempos. É mais barato e tem outro ambiente.
Cinco noites dão para ver o Strip com calma, ir a um ou dois espetáculos e ainda tirar um dia para sair da cidade. A barragem Hoover, o Red Rock Canyon e o Grand Canyon são as saídas mais procuradas.
A melhor forma de o conhecer é a pé, de hotel em hotel, depois de escurecer. Entra nos átrios, que muitas vezes são uma atração por si.
Um espetáculo de água, luz e música no lago em frente ao hotel, que se repete várias vezes ao longo da tarde e da noite. É gratuito.
A rua do centro antigo, coberta por um ecrã gigante que se acende à noite. Casinos clássicos, música ao vivo e um ambiente mais descontraído.
Dá para ir num dia de excursão, de autocarro ou de avioneta. O lado oeste é o mais próximo e o lado sul é o das vistas mais conhecidas.
A menos de uma hora da cidade, entre o Nevada e o Arizona, sobre o rio Colorado. Podes atravessá-la a pé e visitar a central por dentro.
Montanhas de rocha vermelha a meia hora do Strip, com uma estrada panorâmica de sentido único e trilhos curtos para caminhar.
Entre o Caesars Palace, o Bellagio e o Venetian. É onde estão as atrações principais e tudo se faz a pé.
Hotéis como o Mandalay Bay, o Luxor e o MGM Grand, mais perto do aeroporto. Bom para quem quer piscinas grandes.
Do Wynn até à torre Strat. Tem hotéis de luxo e outros mais em conta, mas fica mais longe do centro.
O centro antigo, com hotéis mais baratos e casinos clássicos. Está a uns quinze minutos de carro do Strip.
Vulcões, florestas entre as nuvens e praias nos dois oceanos, num país pequeno onde as preguiças se veem da estrada.
Arranha-céus à beira de um lago do tamanho de um mar, bons museus e blues ao vivo à noite.
Honolulu e a ilha de Oahu, com a praia de Waikiki, montanhas verdes e ondas que atraem surfistas do mundo inteiro.
Hollywood, praias do Pacífico e bairros muito diferentes entre si, numa cidade que se percorre de carro.
Praia de areia branca, prédios art déco e um bairro cubano, tudo a poucos quilómetros de distância.
A cidade que nunca dorme: arranha-céus icónicos, Central Park, Broadway e uma energia que se sente ao virar de cada esquina.
De Chicago a Los Angeles de carro, por oito estados, motéis de néon, desertos e o Grand Canyon pelo caminho.
A ponte Golden Gate, os elétricos a subir colinas e a baía com Alcatraz ao meio.
A Riviera Albanesa é o segredo mais bem guardado do Mediterrâneo: praias de água cristalina, castelos otomanos e preços que ainda surpreendem.
Uma ilha holandesa no sul das Caraíbas, com areia branca a perder de vista e vento constante. Fica abaixo do cinturão dos furacões, por isso o sol não falha nem em setembro.
Os templos de Angkor a surgir da floresta e aldeias inteiras construídas sobre a água. Um país pequeno que fica na memória.
Palácios reais no meio de uma capital moderna e templos budistas escondidos nas montanhas. A cozinha descobre-se à mesa, sempre partilhada.