Camboja
Os templos de Angkor a surgir da floresta e aldeias inteiras construídas sobre a água. Um país pequeno que fica na memória.
Palácios reais no meio de uma capital moderna e templos budistas escondidos nas montanhas. A cozinha descobre-se à mesa, sempre partilhada.
A Coreia do Sul ocupa a metade sul da península coreana, entre o Mar Amarelo e o Mar do Japão, e grande parte do território é montanhoso. Seul é a capital e junta cinco palácios da dinastia Joseon com bairros de compras, mercados e arranha-céus. Gyeongju foi a capital do reino de Silla durante quase mil anos e tem tantos túmulos, templos e ruínas que é chamada museu sem paredes. Busan, a segunda cidade do país, vive virada para o mar, com praias, um grande mercado de peixe e templos junto à costa. O comboio de alta velocidade KTX liga Seul a Busan em menos de três horas.
Palácios da dinastia Joseon, a Torre N Seoul, o mercado de Gwangjang e o bairro de Myeongdong.
O templo de Bulguksa, a gruta de Seokguram e os túmulos reais em forma de colina, todos na lista da UNESCO.
A praia de Haeundae, o mercado de peixe de Jagalchi e as casas coloridas da aldeia de Gamcheon.
Os templos de Angkor a surgir da floresta e aldeias inteiras construídas sobre a água. Um país pequeno que fica na memória.
O Taj Mahal ao amanhecer, os palácios cor-de-rosa de Jaipur e o movimento sem fim de Deli. Uma viagem que se sente com todos os sentidos.
Templos de madeira, jardins pensados ao pormenor e cidades que nunca param. Um país onde a tradição e o futuro vivem na mesma rua.
As Torres Petronas, a Malaca dos portugueses e as plantações de chá nas montanhas. Malaios, chineses e indianos a partilhar o mesmo país e a mesma mesa.
Uma ilha pequena com cidades antigas, plantações de chá nas montanhas e elefantes em liberdade. E uma marca portuguesa que ainda se reconhece.
Templos dourados em Banguecoque e cidades antigas a caminho do norte. Pelo meio, mercados de rua e uma cozinha que vale a viagem.
Um país comprido, do norte de montanhas ao delta do Mekong. Pelo meio, a baía de Halong, cidades antigas e uma das melhores cozinhas da Ásia.
Ilhas de coral, cascatas azul-turquesa e mergulho de nível mundial. Cebu é o centro das Visayas, no coração das Filipinas, e foi onde Fernão de Magalhães chegou em 1521.
A Ilha dos Deuses combina arrozais esmeralda, templos milenares, praias de surf e um espírito de bem-estar que fica connosco para sempre.
Templos antigos à sombra de arranha-céus, comboios ao minuto e comida que justifica a viagem. Tóquio é enorme e, mesmo assim, fácil de percorrer.
As Torres Petronas, mercados de rua e templos de três religiões na mesma avenida. A capital da Malásia e o ponto de partida para Malaca, onde os portugueses deixaram marca.
Uma cidade-estado verde e impecável, onde se come bem em cada esquina. Arranha-céus em Marina Bay, bairros chineses, indianos e malaios, e jardins futuristas.