Camboja
Os templos de Angkor a surgir da floresta e aldeias inteiras construídas sobre a água. Um país pequeno que fica na memória.
Templos dourados em Banguecoque e cidades antigas a caminho do norte. Pelo meio, mercados de rua e uma cozinha que vale a viagem.
A Tailândia ocupa o centro do Sudeste Asiático e é o único país da região que nunca foi colonizado por uma potência europeia. Banguecoque é a porta de entrada, uma capital enorme atravessada pelo rio Chao Phraya, com o Grande Palácio e o Buda reclinado do Wat Pho. Para norte ficam as antigas capitais de Ayutthaya e Sukhothai, hoje em ruínas classificadas pela UNESCO. Mais acima, Chiang Mai e Chiang Rai ficam entre montanhas verdes, arrozais e aldeias de povos das colinas. A cozinha tailandesa, com o seu equilíbrio entre picante, doce e ácido, é razão suficiente para a viagem.
Templos à beira do Chao Phraya, a Chinatown de Yaowarat e mercados noturnos para jantar na rua.
As capitais antigas do reino do Sião, com stupas e Budas de pedra entre árvores e lagos.
Cidades mais calmas, rodeadas de montanhas, com o templo de Doi Suthep e o Triângulo Dourado.
Os templos de Angkor a surgir da floresta e aldeias inteiras construídas sobre a água. Um país pequeno que fica na memória.
Palácios reais no meio de uma capital moderna e templos budistas escondidos nas montanhas. A cozinha descobre-se à mesa, sempre partilhada.
O Taj Mahal ao amanhecer, os palácios cor-de-rosa de Jaipur e o movimento sem fim de Deli. Uma viagem que se sente com todos os sentidos.
Templos de madeira, jardins pensados ao pormenor e cidades que nunca param. Um país onde a tradição e o futuro vivem na mesma rua.
As Torres Petronas, a Malaca dos portugueses e as plantações de chá nas montanhas. Malaios, chineses e indianos a partilhar o mesmo país e a mesma mesa.
Uma ilha pequena com cidades antigas, plantações de chá nas montanhas e elefantes em liberdade. E uma marca portuguesa que ainda se reconhece.
Um país comprido, do norte de montanhas ao delta do Mekong. Pelo meio, a baía de Halong, cidades antigas e uma das melhores cozinhas da Ásia.
Ilhas de coral, cascatas azul-turquesa e mergulho de nível mundial. Cebu é o centro das Visayas, no coração das Filipinas, e foi onde Fernão de Magalhães chegou em 1521.
A Ilha dos Deuses combina arrozais esmeralda, templos milenares, praias de surf e um espírito de bem-estar que fica connosco para sempre.
Templos antigos à sombra de arranha-céus, comboios ao minuto e comida que justifica a viagem. Tóquio é enorme e, mesmo assim, fácil de percorrer.
As Torres Petronas, mercados de rua e templos de três religiões na mesma avenida. A capital da Malásia e o ponto de partida para Malaca, onde os portugueses deixaram marca.
Uma cidade-estado verde e impecável, onde se come bem em cada esquina. Arranha-céus em Marina Bay, bairros chineses, indianos e malaios, e jardins futuristas.