Coreia do Sul
Palácios reais no meio de uma capital moderna e templos budistas escondidos nas montanhas. A cozinha descobre-se à mesa, sempre partilhada.
Os templos de Angkor a surgir da floresta e aldeias inteiras construídas sobre a água. Um país pequeno que fica na memória.
O Camboja fica entre a Tailândia, o Laos e o Vietname, atravessado pelo rio Mekong. Entre os séculos IX e XV foi o centro do Império Khmer, que deixou em Angkor centenas de templos espalhados pela floresta. Angkor Wat, do século XII, é o maior monumento religioso do mundo e aparece na bandeira do país. Phnom Penh, a capital, junta o Palácio Real e os pagodes à beira do rio com museus que contam a história dura do regime dos Khmer Vermelhos. Perto de Siem Reap, o lago Tonle Sap tem aldeias inteiras construídas sobre estacas e barcos.
A cidade de partida para os templos, com mercados noturnos e restaurantes à volta da Pub Street.
O Palácio Real, o Pagode de Prata, o Museu Nacional e a marginal no encontro do Mekong com o Tonle Sap.
O maior lago de água doce do Sudeste Asiático, com aldeias de pescadores sobre a água.
Palácios reais no meio de uma capital moderna e templos budistas escondidos nas montanhas. A cozinha descobre-se à mesa, sempre partilhada.
O Taj Mahal ao amanhecer, os palácios cor-de-rosa de Jaipur e o movimento sem fim de Deli. Uma viagem que se sente com todos os sentidos.
Templos de madeira, jardins pensados ao pormenor e cidades que nunca param. Um país onde a tradição e o futuro vivem na mesma rua.
As Torres Petronas, a Malaca dos portugueses e as plantações de chá nas montanhas. Malaios, chineses e indianos a partilhar o mesmo país e a mesma mesa.
Uma ilha pequena com cidades antigas, plantações de chá nas montanhas e elefantes em liberdade. E uma marca portuguesa que ainda se reconhece.
Templos dourados em Banguecoque e cidades antigas a caminho do norte. Pelo meio, mercados de rua e uma cozinha que vale a viagem.
Um país comprido, do norte de montanhas ao delta do Mekong. Pelo meio, a baía de Halong, cidades antigas e uma das melhores cozinhas da Ásia.
Ilhas de coral, cascatas azul-turquesa e mergulho de nível mundial. Cebu é o centro das Visayas, no coração das Filipinas, e foi onde Fernão de Magalhães chegou em 1521.
A Ilha dos Deuses combina arrozais esmeralda, templos milenares, praias de surf e um espírito de bem-estar que fica connosco para sempre.
Templos antigos à sombra de arranha-céus, comboios ao minuto e comida que justifica a viagem. Tóquio é enorme e, mesmo assim, fácil de percorrer.
As Torres Petronas, mercados de rua e templos de três religiões na mesma avenida. A capital da Malásia e o ponto de partida para Malaca, onde os portugueses deixaram marca.
Uma cidade-estado verde e impecável, onde se come bem em cada esquina. Arranha-céus em Marina Bay, bairros chineses, indianos e malaios, e jardins futuristas.