Camboja
Os templos de Angkor a surgir da floresta e aldeias inteiras construídas sobre a água. Um país pequeno que fica na memória.
As Torres Petronas, a Malaca dos portugueses e as plantações de chá nas montanhas. Malaios, chineses e indianos a partilhar o mesmo país e a mesma mesa.
A Malásia divide-se entre a península malaia e a parte norte da ilha de Bornéu, separadas pelo Mar do Sul da China. Kuala Lumpur, a capital, é uma cidade moderna onde as Torres Petronas ficam a poucas estações de metro de templos chineses e mesquitas. Malaca foi conquistada por Afonso de Albuquerque em 1511 e ainda tem as ruínas da fortaleza A Famosa e uma comunidade que guarda palavras do português antigo. Em Penang, George Town mistura casas de comerciantes chineses, templos e arte de rua, e é tão famosa pela comida como pela arquitetura. Nas Cameron Highlands o clima refresca e as encostas estão cobertas de chá.
As Torres Petronas, a Chinatown de Petaling Street, o bairro indiano de Brickfields e a antiga estação de comboios.
A cidade histórica à beira do rio, com a praça holandesa, a Jonker Street e as marcas portuguesas.
George Town, classificada pela UNESCO com Malaca, com casas de clã chinesas e bancas de comida de rua.
Os templos de Angkor a surgir da floresta e aldeias inteiras construídas sobre a água. Um país pequeno que fica na memória.
Palácios reais no meio de uma capital moderna e templos budistas escondidos nas montanhas. A cozinha descobre-se à mesa, sempre partilhada.
O Taj Mahal ao amanhecer, os palácios cor-de-rosa de Jaipur e o movimento sem fim de Deli. Uma viagem que se sente com todos os sentidos.
Templos de madeira, jardins pensados ao pormenor e cidades que nunca param. Um país onde a tradição e o futuro vivem na mesma rua.
Uma ilha pequena com cidades antigas, plantações de chá nas montanhas e elefantes em liberdade. E uma marca portuguesa que ainda se reconhece.
Templos dourados em Banguecoque e cidades antigas a caminho do norte. Pelo meio, mercados de rua e uma cozinha que vale a viagem.
Um país comprido, do norte de montanhas ao delta do Mekong. Pelo meio, a baía de Halong, cidades antigas e uma das melhores cozinhas da Ásia.
Ilhas de coral, cascatas azul-turquesa e mergulho de nível mundial. Cebu é o centro das Visayas, no coração das Filipinas, e foi onde Fernão de Magalhães chegou em 1521.
A Ilha dos Deuses combina arrozais esmeralda, templos milenares, praias de surf e um espírito de bem-estar que fica connosco para sempre.
Templos antigos à sombra de arranha-céus, comboios ao minuto e comida que justifica a viagem. Tóquio é enorme e, mesmo assim, fácil de percorrer.
As Torres Petronas, mercados de rua e templos de três religiões na mesma avenida. A capital da Malásia e o ponto de partida para Malaca, onde os portugueses deixaram marca.
Uma cidade-estado verde e impecável, onde se come bem em cada esquina. Arranha-céus em Marina Bay, bairros chineses, indianos e malaios, e jardins futuristas.