Millennium Park
O parque à frente dos arranha-céus, com a escultura espelhada Cloud Gate, a que todos chamam "o feijão", e a fonte com rostos projetados.
Arranha-céus à beira de um lago do tamanho de um mar, bons museus e blues ao vivo à noite.
Depois do grande incêndio de 1871, Chicago foi reconstruída quase de raiz, e foi aqui que se ergueram os primeiros arranha-céus do mundo. Hoje é uma espécie de museu de arquitetura ao ar livre, com edifícios de todas as épocas alinhados ao longo do rio e da Michigan Avenue. A melhor forma de os perceber é num passeio de barco com guia.
A cidade fica na margem do lago Michigan, tão grande que não se vê a outra margem. No verão há praias, ciclovias e parques ao longo de quilómetros de costa, a poucos minutos dos escritórios do centro.
Três noites dão para o essencial: o Millennium Park, o Art Institute, o passeio no rio e um miradouro no alto de uma torre. À noite, vale a pena um clube de blues e uma fatia de pizza deep dish, as duas coisas pelas quais a cidade é conhecida. É também em Chicago que começa a Route 66.
O parque à frente dos arranha-céus, com a escultura espelhada Cloud Gate, a que todos chamam "o feijão", e a fonte com rostos projetados.
Uma hora e meia de barco pelo rio Chicago, com um guia a contar a história dos edifícios por onde passas. É a visita que mais se recomenda na cidade.
Um dos grandes museus de arte dos Estados Unidos, com os leões de bronze à porta e quadros como Nighthawks, de Edward Hopper, e American Gothic.
Um cais comprido sobre o lago, com roda gigante, restaurantes e barcos de passeio. No verão há fogo de artifício em algumas noites da semana.
O Skydeck da Willis Tower tem varandas de vidro suspensas sobre a rua. O 360 Chicago, no antigo edifício Hancock, dá a melhor vista sobre o lago.
Um caminho de mais de vinte e cinco quilómetros junto ao lago Michigan, com praias como a Oak Street Beach. Aluga uma bicicleta e segue para norte.
O centro, rodeado pelo metro elevado. Perto do Millennium Park, dos museus e do rio. Muito movimentado de dia e mais calmo à noite.
Logo a norte do rio, com muitos restaurantes, bares e galerias. Boa escolha para quem quer animação à noite.
O troço mais elegante da Michigan Avenue, com lojas e hotéis grandes. Perto do lago e do Navy Pier.
Um bairro residencial e bonito junto à praia de Oak Street, mais tranquilo e um pouco afastado do centro.
Vulcões, florestas entre as nuvens e praias nos dois oceanos, num país pequeno onde as preguiças se veem da estrada.
Honolulu e a ilha de Oahu, com a praia de Waikiki, montanhas verdes e ondas que atraem surfistas do mundo inteiro.
Hotéis gigantes, espetáculos todas as noites e o deserto do Nevada à porta, com o Grand Canyon a uma viagem de distância.
Hollywood, praias do Pacífico e bairros muito diferentes entre si, numa cidade que se percorre de carro.
Praia de areia branca, prédios art déco e um bairro cubano, tudo a poucos quilómetros de distância.
A cidade que nunca dorme: arranha-céus icónicos, Central Park, Broadway e uma energia que se sente ao virar de cada esquina.
De Chicago a Los Angeles de carro, por oito estados, motéis de néon, desertos e o Grand Canyon pelo caminho.
A ponte Golden Gate, os elétricos a subir colinas e a baía com Alcatraz ao meio.
A Riviera Albanesa é o segredo mais bem guardado do Mediterrâneo: praias de água cristalina, castelos otomanos e preços que ainda surpreendem.
Uma ilha holandesa no sul das Caraíbas, com areia branca a perder de vista e vento constante. Fica abaixo do cinturão dos furacões, por isso o sol não falha nem em setembro.
Os templos de Angkor a surgir da floresta e aldeias inteiras construídas sobre a água. Um país pequeno que fica na memória.
Palácios reais no meio de uma capital moderna e templos budistas escondidos nas montanhas. A cozinha descobre-se à mesa, sempre partilhada.