South Beach
A praia mais conhecida de Miami Beach, larga e de areia clara, com as torres de nadadores-salvadores pintadas de cores diferentes.
Praia de areia branca, prédios art déco e um bairro cubano, tudo a poucos quilómetros de distância.
Miami são na verdade duas cidades. Miami propriamente dita, no continente, com os arranha-céus do centro, o bairro de Little Havana e os murais de Wynwood. E Miami Beach, uma ilha comprida do outro lado da baía de Biscayne, com quilómetros de praia e os hotéis art déco de South Beach.
A cidade cresceu muito com a chegada de cubanos a partir dos anos sessenta, e hoje ouves espanhol em quase todo o lado. Isso nota-se na comida, no café forte servido ao balcão e na música que sai das janelas da Calle Ocho.
Três noites dão para a praia, um passeio pelo art déco e uma tarde em Wynwood. Se ficares mais tempo, vale a pena um dia nos Everglades ou uma ida até às Florida Keys de carro.
A praia mais conhecida de Miami Beach, larga e de areia clara, com as torres de nadadores-salvadores pintadas de cores diferentes.
Centenas de edifícios dos anos trinta e quarenta em tons pastel, ao longo da Ocean Drive e da Collins Avenue. À noite acendem-se os néones.
Um antigo bairro de armazéns coberto de murais pintados por artistas de todo o mundo, com galerias, cafés e cervejarias à volta.
A Calle Ocho é o centro da comunidade cubana. Há janelas de café ao balcão, fábricas de charutos e senhores a jogar dominó no Máximo Gómez Park.
Um parque nacional de pântanos e erva alta a menos de uma hora da cidade. O passeio de hidroplanador é a forma mais fácil de ver jacarés de perto.
Uma mansão de inspiração italiana do início do século vinte, à beira da baía, com jardins formais e salas decoradas com peças trazidas da Europa.
Praia, art déco e restaurantes a pé. É onde fica a maior parte dos visitantes e onde há mais movimento à noite.
Mais a norte na mesma ilha, com hotéis grandes de frente para o mar e praias mais calmas. Precisas de transporte para ir a South Beach.
O centro financeiro, com torres modernas, centros comerciais e bons restaurantes. Fica longe da praia, mas perto de Wynwood e Little Havana.
Um bairro arborizado à beira da baía, com marinas e esplanadas. Mais tranquilo e residencial.
Vulcões, florestas entre as nuvens e praias nos dois oceanos, num país pequeno onde as preguiças se veem da estrada.
Arranha-céus à beira de um lago do tamanho de um mar, bons museus e blues ao vivo à noite.
Honolulu e a ilha de Oahu, com a praia de Waikiki, montanhas verdes e ondas que atraem surfistas do mundo inteiro.
Hotéis gigantes, espetáculos todas as noites e o deserto do Nevada à porta, com o Grand Canyon a uma viagem de distância.
Hollywood, praias do Pacífico e bairros muito diferentes entre si, numa cidade que se percorre de carro.
A cidade que nunca dorme: arranha-céus icónicos, Central Park, Broadway e uma energia que se sente ao virar de cada esquina.
De Chicago a Los Angeles de carro, por oito estados, motéis de néon, desertos e o Grand Canyon pelo caminho.
A ponte Golden Gate, os elétricos a subir colinas e a baía com Alcatraz ao meio.
A Riviera Albanesa é o segredo mais bem guardado do Mediterrâneo: praias de água cristalina, castelos otomanos e preços que ainda surpreendem.
Uma ilha holandesa no sul das Caraíbas, com areia branca a perder de vista e vento constante. Fica abaixo do cinturão dos furacões, por isso o sol não falha nem em setembro.
Os templos de Angkor a surgir da floresta e aldeias inteiras construídas sobre a água. Um país pequeno que fica na memória.
Palácios reais no meio de uma capital moderna e templos budistas escondidos nas montanhas. A cozinha descobre-se à mesa, sempre partilhada.