Surf em Waikiki
As ondas de Waikiki são longas e suaves, boas para uma primeira aula. Há escolas e aluguer de pranchas ao longo de toda a praia.
Honolulu e a ilha de Oahu, com a praia de Waikiki, montanhas verdes e ondas que atraem surfistas do mundo inteiro.
O Havaí é um arquipélago no meio do Pacífico, a mais de três mil e oitocentos quilómetros da costa da Califórnia. Oahu é a ilha mais visitada e é lá que fica Honolulu, a capital. A maior parte dos hotéis está em Waikiki, um bairro de torres e palmeiras ao longo de uma praia de ondas suaves, com a cratera de Diamond Head ao fundo.
Fora da cidade, a ilha muda depressa. A costa leste tem montanhas verdes em escarpa e praias de água turquesa quase vazias, e a costa norte é conhecida pelas ondas enormes do inverno e pelas tartarugas que vêm descansar na areia. Pelo meio há plantações de ananás, vales onde se filmaram vários filmes e pequenas vilas de surfistas.
Cinco noites dão para conhecer Oahu com calma. Um dia para Pearl Harbor e o centro de Honolulu, um para a volta à ilha de carro, uma manhã em Hanauma Bay e o resto para a praia e uma aula de surf em Waikiki.
As ondas de Waikiki são longas e suaves, boas para uma primeira aula. Há escolas e aluguer de pranchas ao longo de toda a praia.
Um trilho curto mas a subir até à beira da cratera, com vista sobre Waikiki e o mar. Vai cedo, por causa do calor, e reserva a entrada antes.
O memorial do USS Arizona fica sobre o casco do navio afundado no ataque de 1941. Ao lado podes visitar o couraçado Missouri e um submarino.
Uma baía protegida dentro de uma cratera antiga, com recife de coral e peixes a poucos metros da areia. É preciso reservar a entrada e não abre todos os dias.
No inverno, as ondas de praias como Waimea e Pipeline chegam a vários metros. Em Haleiwa há lojas de surf, gelados de raspa e carrinhas de camarão.
Montanhas verdes em escarpa que serviram de cenário a filmes como Parque Jurássico, e mais a sul as praias de areia branca de Lanikai e Kailua.
A zona dos hotéis, com praia, lojas e restaurantes a pé. É onde fica quase toda a gente numa primeira viagem.
Resorts na costa oeste, com lagoas de água calma. Longe da cidade, bom para descansar e para famílias.
Poucos alojamentos e ambiente de vila de surfistas. Faz sentido para uma ou duas noites, não para a viagem inteira.
Uma vila tranquila na costa leste, junto às praias de Kailua e Lanikai, com casas para alugar em vez de hotéis grandes.
Vulcões, florestas entre as nuvens e praias nos dois oceanos, num país pequeno onde as preguiças se veem da estrada.
Arranha-céus à beira de um lago do tamanho de um mar, bons museus e blues ao vivo à noite.
Hotéis gigantes, espetáculos todas as noites e o deserto do Nevada à porta, com o Grand Canyon a uma viagem de distância.
Hollywood, praias do Pacífico e bairros muito diferentes entre si, numa cidade que se percorre de carro.
Praia de areia branca, prédios art déco e um bairro cubano, tudo a poucos quilómetros de distância.
A cidade que nunca dorme: arranha-céus icónicos, Central Park, Broadway e uma energia que se sente ao virar de cada esquina.
De Chicago a Los Angeles de carro, por oito estados, motéis de néon, desertos e o Grand Canyon pelo caminho.
A ponte Golden Gate, os elétricos a subir colinas e a baía com Alcatraz ao meio.
A Riviera Albanesa é o segredo mais bem guardado do Mediterrâneo: praias de água cristalina, castelos otomanos e preços que ainda surpreendem.
Uma ilha holandesa no sul das Caraíbas, com areia branca a perder de vista e vento constante. Fica abaixo do cinturão dos furacões, por isso o sol não falha nem em setembro.
Os templos de Angkor a surgir da floresta e aldeias inteiras construídas sobre a água. Um país pequeno que fica na memória.
Palácios reais no meio de uma capital moderna e templos budistas escondidos nas montanhas. A cozinha descobre-se à mesa, sempre partilhada.