Stone Town
Património da UNESCO. Ruas estreitas, o mercado e o Forte Árabe ao fim da tarde.
Reservar atividade ↗Areia branca a perder de vista no Índico, dhows de vela triangular ao pôr do sol e uma cidade de pedra que cheira a especiarias.
Zanzibar é um arquipélago ao largo da Tanzânia e foi durante séculos o entreposto do comércio de especiarias no Índico. Isso vê-se em Stone Town, a cidade velha, um labirinto de ruas estreitas com portas de madeira esculpida onde se cruzam influências árabes, indianas e africanas.
Depois há as praias, e são extraordinárias: areia branca finíssima e água num azul que parece retocado. A leste, a maré recua centenas de metros e deixa a descoberto um fundo de areia por onde se caminha. A norte, em Nungwi e Kendwa, a maré quase não se nota e dá para nadar a qualquer hora.
Património da UNESCO. Ruas estreitas, o mercado e o Forte Árabe ao fim da tarde.
Reservar atividade ↗Os barcos tradicionais de vela triangular saem ao fim da tarde da costa oeste.
Reservar atividade ↗A casa do colobo-vermelho de Zanzibar, um macaco que só existe nesta ilha.
Reservar atividade ↗Saída de barco de manhã cedo para ver golfinhos na costa sul.
Reservar atividade ↗A meia hora de barco de Stone Town, com tartarugas gigantes que vivem mais de cem anos.
Reservar atividade ↗A norte, onde a maré quase não afeta o banho. Mais movimento e mais restaurantes.
Paje, Jambiani e Michamvi. Areia deslumbrante, mas a maré recua muito durante o dia.
Para uma ou duas noites antes ou depois da praia, a viver a cidade.
Bungalows sobre água turquesa, recifes cheios de vida e uma ilha inteira para cada resort, no meio do Índico.
Lagoas turquesa, montanhas verdejantes e uma mistura cultural fascinante, a Maurícia é paraíso tropical com alma própria.
A Riviera Albanesa é o segredo mais bem guardado do Mediterrâneo: praias de água cristalina, castelos otomanos e preços que ainda surpreendem.
Uma ilha holandesa no sul das Caraíbas, com areia branca a perder de vista e vento constante. Fica abaixo do cinturão dos furacões, por isso o sol não falha nem em setembro.
Os templos de Angkor a surgir da floresta e aldeias inteiras construídas sobre a água. Um país pequeno que fica na memória.
Palácios reais no meio de uma capital moderna e templos budistas escondidos nas montanhas. A cozinha descobre-se à mesa, sempre partilhada.
O Taj Mahal ao amanhecer, os palácios cor-de-rosa de Jaipur e o movimento sem fim de Deli. Uma viagem que se sente com todos os sentidos.
Templos de madeira, jardins pensados ao pormenor e cidades que nunca param. Um país onde a tradição e o futuro vivem na mesma rua.
As Torres Petronas, a Malaca dos portugueses e as plantações de chá nas montanhas. Malaios, chineses e indianos a partilhar o mesmo país e a mesma mesa.
Uma ilha pequena com cidades antigas, plantações de chá nas montanhas e elefantes em liberdade. E uma marca portuguesa que ainda se reconhece.
Templos dourados em Banguecoque e cidades antigas a caminho do norte. Pelo meio, mercados de rua e uma cozinha que vale a viagem.
Um país comprido, do norte de montanhas ao delta do Mekong. Pelo meio, a baía de Halong, cidades antigas e uma das melhores cozinhas da Ásia.