Camboja
Os templos de Angkor a surgir da floresta e aldeias inteiras construídas sobre a água. Um país pequeno que fica na memória.
Penhascos de calcário a cair sobre praias de areia branca. Krabi é o ponto de partida para as ilhas do mar de Andamão e para Railay, onde só se chega de barco.
Krabi é uma província da costa oeste da Tailândia, em frente a Phuket, do outro lado da baía de Phang Nga. A paisagem é feita de torres de calcário cobertas de verde, que se erguem da floresta e do próprio mar. Ao Nang é a praia principal e o sítio de onde saem os barcos de cauda longa para quase tudo. Railay fica numa península cortada por penhascos, sem estrada, e é um dos sítios mais conhecidos do mundo para escalada. Ao largo há dezenas de ilhas, das Phi Phi às pequenas ilhas Poda e Hong.
A praia com mais escolha de restaurantes e lojas, e o ponto de partida para os barcos.
Sem carros e só com acesso por barco. Ideal para quem quer praia e escalada à porta.
Praias calmas com resorts espaçados e vista para as ilhas ao pôr do sol.
Os templos de Angkor a surgir da floresta e aldeias inteiras construídas sobre a água. Um país pequeno que fica na memória.
Palácios reais no meio de uma capital moderna e templos budistas escondidos nas montanhas. A cozinha descobre-se à mesa, sempre partilhada.
O Taj Mahal ao amanhecer, os palácios cor-de-rosa de Jaipur e o movimento sem fim de Deli. Uma viagem que se sente com todos os sentidos.
Templos de madeira, jardins pensados ao pormenor e cidades que nunca param. Um país onde a tradição e o futuro vivem na mesma rua.
As Torres Petronas, a Malaca dos portugueses e as plantações de chá nas montanhas. Malaios, chineses e indianos a partilhar o mesmo país e a mesma mesa.
Uma ilha pequena com cidades antigas, plantações de chá nas montanhas e elefantes em liberdade. E uma marca portuguesa que ainda se reconhece.
Templos dourados em Banguecoque e cidades antigas a caminho do norte. Pelo meio, mercados de rua e uma cozinha que vale a viagem.
Um país comprido, do norte de montanhas ao delta do Mekong. Pelo meio, a baía de Halong, cidades antigas e uma das melhores cozinhas da Ásia.
Ilhas de coral, cascatas azul-turquesa e mergulho de nível mundial. Cebu é o centro das Visayas, no coração das Filipinas, e foi onde Fernão de Magalhães chegou em 1521.
A Ilha dos Deuses combina arrozais esmeralda, templos milenares, praias de surf e um espírito de bem-estar que fica connosco para sempre.
Templos antigos à sombra de arranha-céus, comboios ao minuto e comida que justifica a viagem. Tóquio é enorme e, mesmo assim, fácil de percorrer.
As Torres Petronas, mercados de rua e templos de três religiões na mesma avenida. A capital da Malásia e o ponto de partida para Malaca, onde os portugueses deixaram marca.