Dunas de Genipabu
Passeio de buggy pelas dunas a norte da cidade, com paragem nas lagoas e descidas que se escolhem com ou sem emoção.
Reservar atividade ↗A cidade do sol, no ponto do Brasil mais perto da Europa. Dunas que se atravessam de buggy, piscinas naturais a sete quilómetros da costa e falésias cor de tijolo em Pipa.
Natal fica na ponta do Nordeste, e é por isso que o mar está sempre a 27 graus e o sol aparece quase todos os dias do ano. A praia da cidade é Ponta Negra, com o Morro do Careca a fechar a baía: uma duna de cem metros encostada à falésia, que já não se pode subir mas continua a ser o postal.
A norte começam as dunas. Em Genipabu passeia-se de buggy por cima delas, e os condutores perguntam sempre a mesma coisa à partida, se queres com emoção ou sem emoção. Mais acima, em Maracajaú, o mar abre-se em parrachos: recifes que a maré baixa transforma em piscinas naturais a sete quilómetros da costa, com água pela cintura e peixe à volta dos pés.
A sul, a uma hora e meia de carro, fica Pipa. Falésias cor de tijolo, mata atlântica a chegar à areia e uma baía onde os golfinhos entram de manhã. Muita gente que vai a Natal acaba por dormir lá duas ou três noites.
Passeio de buggy pelas dunas a norte da cidade, com paragem nas lagoas e descidas que se escolhem com ou sem emoção.
Reservar atividade ↗Recifes a sete quilómetros da costa que a maré baixa transforma em piscinas naturais de água pela cintura.
Reservar atividade ↗Falésias, mata atlântica e a Baía dos Golfinhos, onde eles entram de manhã quase todos os dias.
Reservar atividade ↗Fortaleza em estrela na foz do rio, de 1598, com vista para a cidade e para a barra.
Reservar atividade ↗A praia da cidade, com quase todos os hotéis, restaurantes e o Morro do Careca ao fundo.
A avenida à beira-mar com os resorts maiores, entre a cidade e as dunas do parque.
A hora e meia de Natal. Pousadas pequenas, falésias e mais sossego. Vale como segunda base.
Águas cor de esmeralda, piscinas naturais e coqueirais infinitos, Maceió é o Caribe brasileiro que ainda poucos conhecem.
Piscinas naturais de água cristalina, jangadas coloridas e praias de sonho no coração do nordeste brasileiro.
A Veneza brasileira, onde rios e pontes se cruzam entre praias de coqueiros, frevo contagiante e o casario colorido de Olinda ali ao lado.
A Cidade Maravilhosa recebe-o de braços abertos, do Cristo Redentor às areias douradas de Copacabana e ao ritmo eterno do samba.
A primeira capital do Brasil vibra ao som dos tambores, entre o casario colorido do Pelourinho, a fé afro-baiana e praias de sonho.
A Riviera Albanesa é o segredo mais bem guardado do Mediterrâneo: praias de água cristalina, castelos otomanos e preços que ainda surpreendem.
Uma ilha holandesa no sul das Caraíbas, com areia branca a perder de vista e vento constante. Fica abaixo do cinturão dos furacões, por isso o sol não falha nem em setembro.
Os templos de Angkor a surgir da floresta e aldeias inteiras construídas sobre a água. Um país pequeno que fica na memória.
Palácios reais no meio de uma capital moderna e templos budistas escondidos nas montanhas. A cozinha descobre-se à mesa, sempre partilhada.
O Taj Mahal ao amanhecer, os palácios cor-de-rosa de Jaipur e o movimento sem fim de Deli. Uma viagem que se sente com todos os sentidos.
Templos de madeira, jardins pensados ao pormenor e cidades que nunca param. Um país onde a tradição e o futuro vivem na mesma rua.
As Torres Petronas, a Malaca dos portugueses e as plantações de chá nas montanhas. Malaios, chineses e indianos a partilhar o mesmo país e a mesma mesa.