Baleias-jubarte
De meados de janeiro ao fim de março, saídas de barco na baía para ver as jubartes a saltar e a ensinar as crias a nadar.
A República Dominicana em versão selvagem: uma península verde de coqueiros, cascatas e praias quase vazias, onde as baleias-jubarte vêm ter as crias todos os invernos.
Samaná é uma península no nordeste da República Dominicana, separada do resto do país por uma baía funda e protegida. Enquanto Punta Cana cresceu à volta de resorts, Samaná ficou como estava: montes cobertos de coqueiros que descem até ao mar, aldeias de pescadores, cascatas no meio da floresta e praias onde é normal não se ver mais ninguém. Playa Rincón, na ponta leste, aparece há anos nas listas das melhores praias das Caraíbas, e com razão.
De meados de janeiro ao fim de março, a baía recebe milhares de baleias-jubarte que vêm do Atlântico Norte para acasalar e ter as crias. Vê-las saltar a poucos metros do barco é das coisas que não se esquecem. O resto do ano, Samaná é sossego: Las Terrenas tem restaurantes à beira-mar e um ambiente descontraído, Las Galeras é o fim do mundo no melhor sentido, e a pouco mais de vinte minutos de barco há uma ilha de areia branca, Cayo Levantado, que parece desenhada para postal.
De meados de janeiro ao fim de março, saídas de barco na baía para ver as jubartes a saltar e a ensinar as crias a nadar.
Uma ilhota de areia branca e água transparente no meio da baía, a pouco mais de vinte minutos de barco.
A vila mais animada da península, com restaurantes de peixe na areia e as praias de Cosón e Punta Popy ao lado.
Uma passadeira sobre o mar que liga os ilhéus em frente à vila de Santa Bárbara de Samaná. Melhor ao fim da tarde.
Restaurantes, bares de praia e uma comunidade europeia que lhe dá um ar boémio. Boa base para quem quer sair do hotel.
A ponta da península, perto de Playa Rincón e Playa Frontón. Pouca gente e muita natureza.
A vila que dá nome à península, de onde partem os barcos para as baleias, Cayo Levantado e Los Haitises.
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